quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Cinema Clássico: Filmes musicais que você deve assistir!



E todas as quintas-feiras aqui no AJMOVIE, você confere uma postagem relacionada aos clássicos do cinema, aqueles filmes que são muito antigos mas que você ama, outros que talvez você ainda não conheça mas que são fundamentais para qualquer cinéfilo. Hoje irei indicar alguns musicais para você que curte filmes e também música, com certeza vale muito a pena assistir:





O mágico de OZ (1939): Um dos primeiros musicais clássicos do cinema, protagonizado por Judy Garland conta a história de Dorothy, uma garota que vive com os tios em uma fazenda no Kansas, após um ciclone invadir a cidade, ela e seu cachorro totó são levados a terra de OZ, a fim de encontrar o poderoso mágico que a trará de volta para casa. No caminho, ela faz amizade  com os divertidos personagens que encontra , com mensagens de amizade e esperança o filme é um clássico da fantasia e marcado por canções divertidas e o tema do filme Over the Rainbow.





Cantando na chuva (1952): Considerado por muitos críticos como um dos melhores musicais do cinema, têm uma trilha sonora de danças e coreografias marcadas por sapateados. Gene Kelly é um ator de cinema que vive uma época de transição entre o cinema mudo para o cinema falado, quando sua parceira de cena Lina Lamont causa diversas confusões pela sua voz irritante, ele precisa achar uma nova estrela para os filmes, entre as canções marcantes estão: Singin in the rain e Good Morning.





Amor, sublime amor (1961): Um amor trágico ao estilo romeu e julieta, repleto de canções clássicas e românticas como Somewhere e Tonight. Na periferia de Nova York, existe uma grande rivalidade entre as gangues, porém quando Tony dos Jets apaixona-se por Maria irmã do líder dos Sharks, uma guerra violenta começa e não irá acabar bem.







A noviça rebelde (1965): Uma produção gigantesca, para contar a história da freira Maria vivida por Julie Andrews, não se adaptando no convento, ela se torna governanta dos filhos do capitão Von Trapp, ensinando a toda família sobre o amor e a união que há muito tempo já não existe na casa. Porém ela acaba se apaixonando por ele, e terá que decidir entre viver esse amor ou sua vocação, entre as canções que marcam a história, estão os clássicos: Sound of Music, Dó-Ré-Mi, My Favorite Things e muitos outros.





Cabaret (1972): Se passando no ano de 1933 em Berlim, Liza Minneli é a cantora mais famosa do Kit Kat Club, se apaixonando pelo homem de sua vida, ela precisa escolher entre a vida que sempre teve ou viver para sempre ao seu lado, em meio as suas desventuras e amores, acompanha-se a ascensão do Nazismo. È marcado por canções como Maybe This Time e Cabaret.





Grease – Nos tempos da Brilhantina (1978): Não há como falar de musicais, sem citar o mais lucrativo da história do cinema, Olivia Newton John e John Travolta são o casal, Sandy e Daniel, após se apaixonarem no verão , eles se reencontram novamente na escola, porém enfrentam as dificuldades da juventude para viverem esse amor. Além das canções energéticas e nostálgicas como Summer Nights e Your´re The One That I Want, o filme é incrível pela representação da juventude nos anos 50, através das roupas, do estilo e das características dos personagens.







 E na próxima quinta-feira, você não pode perder, pois falarei dos musicais mais atuais, que você deve assistir!


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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

La casa de papel - parte 3: Falando sobre a nova temporada!


              CONTÉM SPOILERS:




Confesso que após o sucesso das duas primeiras partes do seriado, fiquei em dúvida se a continuação manteria o nível ágil e impactante que fez com que as pessoas se prendessem a história desde o início. Mas de fato eu me surpreendi, a nova temporada disponibilizada pela Netflix conseguiu ser tão boa quanto as outras, seguindo os mesmos elementos, porém com algumas mudanças positivas na série, que deixou para trás um pouco do seu estilo novelesco e se tornou um suspense ainda mais eletrizante.





O ponto de partida: As dúvidas que fizeram esperarmos pelos episódios novos, eram sobre a nova história que a série iria adotar após a fuga dos personagens no final do último roubo. Porém agora, as coisas mudaram, não era somente pelo dinheiro, mas pela família, após o roubo na Casa da Moeda, os personagens se dividiram indo cada um para um lugar diferente, para poderem desfrutar do dinheiro, até que Tóquio e Rio são identificados pela polícia e ele é preso, a partir daí o reencontro do grupo e o novo plano começam a acontecer.




 
  
Os vilões bonzinhos: Se nas outras temporadas  o foco era torcer pelos vilões, nessa isso fica ainda mais presente, a motivação pela união do grupo que se torna uma verdadeira família é o que nos faz torcer para que o novo roubo ao Banco da Espanha dê certo. Mais do que isso, a ideia é centrada em um ato de protesto contra o governo, os episódios fazem duras críticas a corrupção e a cidade toda passa a torcer por eles, e é claro agente também.



Os novos e velhos personagens: O grupo é praticamente o mesmo, com exceção de Palermo um personagem intenso e marcante e de Bogotá. A personagem Raquel  agora está do lado dos bandidos e atende pela alcunha de Lisboa, ela ajuda o professor a comandar o assalto por trás dos planos, já que conhece todos os passos da polícia o que a torna uma personagem ainda melhor e também nos faz gostar cada vez mais do casal. 



O retorno de Berlim: A ideia de inserir o personagem Berlim, que havia morrido na temporada anterior também foi um ponto positivo, já que o personagem ainda está presente na série e passamos a conhecer melhor a sua mente brilhante. A relação entre os outros personagens como: Nairóbi, Denver, Helsinki, Estolcomo e Palermo fora do assalto também é abordada, dando um aspecto mais humano a cada um deles.




 As reviravoltas: O novo roubo é todo planejado em grande estilo, desde o primeiro episódio com os dirigíveis sobrevoando Madri, o segundo e o terceiro quando eles se passaram por membros do exército para conseguirem entrar no banco e conseguir as informações necessárias, a retirada do ouro do cofre e a perseguição da polícia nos últimos episódios. Algo que tornou tudo ainda mais difícil foi a personagem da inspetora Sierra, uma vilã ainda mais esperta e cruel do que Raquel.





O final: O último episódio terminou de forma trágica e com muitas perguntas, após Nairóbi uma das melhores personagens ter sido aparentemente assassinada por Sierra, a polícia tenta invadir o banco utilizando um tanque de guerra, mas são surpreendidos com munições pesadas e Raquel que pensávamos estar morta é presa e levada pela polícia. O que nos deixa o questionamento do que irá acontecer a partir de agora? Minha opinião é de que La Casa de Papel voltou com força total e nos resta esperar para ver o que vem por aí na 4º Temporada.


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