terça-feira, 27 de agosto de 2019

13 Reasons Why: Já deveria ter acabado?


Os 13 Porquês foi uma série que me chamou a atenção na primeira temporada, primeiro pela proposta difícil mas corajosa de tocar em um tema que antes era um tabu, o suicídio. No geral foi muito bom no início, personagens bem construídos, uma direção dramática e intensa, combinando perfeitamente com a trilha sonora, com exceção de alguns defeitos como a romantizada em relação ao tema e um apelo emocional muito forte, a série agradou e deu certo, porém agora é preciso admitir que já deveria ter acabado.



Após a morte da personagem principal Hannah Baker, a produção insistiu em continuar prologando a história e focando na vida dos personagens após o caso ter acontecido, na segunda temporada o que vimos foi o julgamento para saber de quem havia sido a culpa, novos fatos sobre Hannah foram revelados o que tornou incoerente com relação ao que havia sido falado nas fitas e pior do que isso, ela aparecia na série como espírito e conversava com Clay. Sem o que poder inventar, a terceira temporada agora foca na investigação do assassinato de Bryce Walker.


Um ponto positivo da nova temporada, foi o fato de Bryce ter tido uma espécie de redenção e um lado humano do personagem que não conhecíamos, já que ele era sempre retratado como uma pessoa totalmente ruim desde o início. Mostrando  que existe uma saída para a depressão, a violência e a solidão, ao contrário das outras em que temas fortes foram mostrados de forma irresponsável, porém ainda assim os problemas relacionados ao roteiro arrastado ainda continuam.




Algo que incomoda muito é a nova personagem Ani que é mostrada quase como uma protagonista, revelando tudo o que está acontecendo e sabendo de tudo mesmo tendo chegado agora, porém a personagem não têm carisma e não nos prende em nenhum momento. 13 Reasons Why, ainda continua errando e pecando na forma como aborda os seus temas, acredito que um final bem construído, seria a melhor solução, do que tentar investir cada vez mais em uma produção já repetitiva e batida.






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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Diário de uma paixão: Um romance sobre a simplicidade do amor!






Nome do livro: Diário de uma paixão

Autor: Nicholas Sparks

Editora: Arqueiro

Páginas: 172

Preço: R$ 27,92



“ Os românticos chamariam isso de história de amor, os cínicos, de tragédia. Na minha cabeça, é um pouco das duas e, no fim das contas, independentemente de como se dedica a encarar as coisas, isso não muda o fato de que essa história têm que ver com grande parte da minha vida e o caminho que escolhi seguir.” Pág 08.



Para quem não conhece o escritor Nicholas Sparks, este é o livro mais clássico dele e o seu primeiro romance, com um estilo melancólico e reflexivo ele aborda o primeiro amor, a juventude, a velhice e as mudanças causadas através do tempo, sempre com um estilo detalhista e uma narrativa que prende pela riqueza de detalhes.



Talvez dos livros dele este seja o mais idealizado e repleto de clichês, como o amor incondicional entre um homem e uma mulher, e os desafios que os dois enfrentam para poderem terminar juntos, diferente de outros romances trágicos do autor como noites de tormenta e um amor para recordar, que tocam em temas como o luto, a vida e a morte.





Noah é um homem idoso que conta a história de sua vida para uma mulher em uma casa de repouso: Ele teve um lindo amor de juventude com Allie uma garota que conheceu durante o verão, após os dois terem se separado eles se reencontram 14 anos depois. As emoções entre eles ficam cada vez mais fortes e ela precisa escolher entre seu noivo e Noah, o amor de sua vida, a narrativa terá revelações surpreendentes.



A história nos traz reflexões sobre nossas próprias escolhas, nosso passado e como as coisas simples da vida, são no final aquelas que mais importam, foi adaptado para o cinema em 2004, com algumas mudanças porém o sucesso foi tão grande como o livro. Além disso traz também um contexto de Segunda Guerra Mundial em uma época em que as diferenças sociais e a guerra impactavam muito a vida das pessoas, um romance nostálgico e intenso, para quem curte grandes histórias de amor com certeza irá se apaixonar!




Nicholas Sparks Nasceu nos EUA em 1965, nos anos 80 escreveu The Passing durante a faculdade, após se formar buscou trabalhar em diversas editoras mas foi rejeitado e passou a investir em outras carreiras. Em 1990 escreveu Wokini e o livro foi publicado e vendeu 50.000 cópias e logo depois Diário de uma paixão, até que foi descoberto por Theresa Park que se tornou sua agente. Depois, ele se mudou para New Bern, Carolina do Norte, onde escreveu diversos romances adaptados para o cinema, que o consagram como um dos principais autores de sua geração. 

               

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sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Cenas da Disney que te fizeram chorar!






             CONTÉM SPOILERS



Os desenhos da Disney fizeram parte da infância de todas as crianças, não há como negar que os roteiros são incríveis e prendem também os adultos. Com suas lições de vida e momentos emocionantes, quase sempre eles nos arrancam algumas lágrimas, hoje iremos relembrar as cenas de animações que nos fizeram chorar:




O Rei leão (1994) – A morte de Mufasa: No clássico O Rei Leão, o personagem Mufasa é assassinado pelo próprio irmão, o perverso Scar, que sempre desejou se tornar rei em seu lugar. Tudo acontece durante uma emboscada em que o irmão lhe empurra de um precipício, a cena em que o filho Simba encontra o pai morto é realmente de cortar o coração.





UP – Altas aventuras (2009) – O início: Logo no começo do desenho, somos apresentados a duas crianças, protagonistas do filme, acompanhamos a vida toda dos dois e tudo que eles passaram juntos ao longo dos anos, até que Ellie morre deixando o velhinho sozinho. Uma cena bem triste que depois é compensada com os momentos divertidos do filme.






Toy Story 3 (2010) : Todos os filmes do Toy Story são emocionantes por falarem de infância, mas o último consegue se superar. Desde o momento em que pensamos que os brinquedos irão cair no fogo e morrer, mas principalmente a cena final quando Andy entrega os brinquedos a Bonnie em uma despedida triste, mas que traz a mensagem de que amadurecer e deixar a infância para trás é difícil.





Divertida mente (2015) – A reconciliação: Neste desenho divertido, nós acompanhamos a mente de uma garota e todos os sentimentos que ela têm na infância, após uma mudança de lar. Quando todos eles, parecem estar se perdendo e morrendo, ela briga com sua família e foge de casa, porém no final quando tudo dá certo nós entendemos o quanto nossas emoções e sentimentos são importantes para nossa personalidade, uma lição de vida emocionante.









Viva – a vida é uma festa (2017) – Quando a avó se lembra de seu pai: Uma das animações mais perfeitas da Disney nos últimos anos, fala sobre memória, família e lembranças da infância. A cena mais emocionante, é quando a avó a Abuelita que têm alzhymer, se lembra de seu pai após o neto cantar pra ela a canção que ouvia na infância, uma linda mensagem sobre amor e união.



A Disney sempre nos trazendo ótimos momentos repletos de emoção, seus desenhos nos passam lições de vida e alguns nos marcam para sempre em nossos corações!


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