quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Melhores Desenhos Educativos da TV Cultura: Parte 3


Na última parte da nossa série sobre animações que marcaram a sua infância,  vamos continuar falando das vezes em que a emissora acertou em cheio criando grandes obras primas infantis:






Glub Glub: Dois peixinhos que viviam no fundo do mar tentavam resolver algum problema e sempre ao final do episódio tudo acabava em uma grande lição de moral.




Arthur: um simpático porquinho vive a alegria da sua época de criança através de muita diversão junto com os seus amigos, na escola ele aprende a ser gentil honesto e a importância de um trabalho em equipe, uma animação famosa no mundo todo.



Baú de histórias: A cada episódio uma nova aventura contada por ótimos atores através de um teatrinho de fantoches, ainda é muito reprisada hoje no canal Rá-Tim-bum.



Ilha Rá-Tim-bum: Quem não viu essa perdeu, cinco jovens ao embarcar em uma viagem acabam perdidos em uma terra misteriosa, várias são as criaturas que vivem lá:  como a feiticeira bondosa Dona Hipácia, O terrível vilão Nefasto junto com seus comparsas Zabumba e Polca, O lagarto Soleke, A família dos coisos e muitas coisas bizarras, agora essa turma terá que enfrentar muitos desafios para encontrar a salvação, na época a série teve tanta repercussão que foram produzidos CDS e até o próprio filme.





Catalendas: Esse é muito reconhecido por ser além de educativo também ter um aspecto Regional, apresentado pela Dona Preguiça e o Macaquinho com um cenário típico da Amazônia, tinha como principal objetivo a valorização da cultura Brasileira relembrando histórias típicas do nosso folclore.




Gostou dos posts? Espero que eu tenha conseguido provocar uma certa nostalgia em você, afinal do mesmo jeito que todos eles me marcaram acredito que foram especiais para milhões de crianças também, se ainda não leu os anteriores acesse os links abaixo:




Melhores Desenhos Educativos da TV Cultura Parte 1:

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

A morte do demônio: uma profecia maligna!


Confesso que filmes de terror sobre adolescentes que se perdem em um lugar e a partir dali são perseguidos por algo já me cansou, o cinema poderia ter se renovado ao longo dos anos e criado roteiros mais diferenciados e originais como o dos clássicos O bebê de Rosemary ou o Iluminado, mas o fato é que essa obra me chamou a atenção justamente por ter se baseado na primeira versão de 1981 que também traz uma nova surpresa a cada minuto:






A história é sobre cinco jovens que vão acampar no Tenessee , mas tudo começa a ir mal quando eles encontram o livro dos mortos e resolvem abri-lo despertando alguns espíritos e demônios adormecidos que começam a possuir um por um do grupo, foi muito censurado pela grande quantidade de violência e proibido em alguns países, rendeu baixo orçamento na época mais ganhou seu mérito ao longo dos anos.





Em 2013 foi feita a refilmagem que confesso ter gostado mais do que o original, logo na capa é estampada a frase: “O filme mais apavorante que você verá nesta vida “ algo que achei genial, se o primeiro foi considerado forte , o segundo então não há como negar que abusa de muito sangue e sustos o tempo todo, apesar de ser um pouco trash devido a apelação também senti medo pelo  teor sobrenatural que sempre acaba me causando um friozinho na barriga.




Na segunda versão a história ainda retrata o conflito entre irmãos quando um deles se sente culpado por não ter ido visitar a mãe em seu leito de morte, quando Mia é possuída seu irmão ficará assustado e com medo dela acabar da mesma forma que a mãe.




Claro que se tem algo que aprendemos com esses filmes é que não se deve mexer no que não conhecemos, por mais que sejamos curiosos devemos lembrar que nunca se sabe os perigos e ameaças que iremos encontrar.




sábado, 11 de fevereiro de 2017

Labirinto: um tributo a David Bowie

Algo que eu sempre admirei muito nos filmes foi à clássica luta entre o bem e o mal, e todo o caminho que nossos heróis percorrem até chegar a esse destino tão esperado, nessa história que é muito lembrada por ter a participação mega especial de um dos grandes astros da música possui um enredo simples mais que por isso mesmo ele é especial, muitas vezes eu me inspiro neste tipo de enredo e acredito que os  melhores são sempre os  mais sensíveis:



Se passando no ano de 1986, é sobre Sara  uma jovem interpretada por Jennifer Connely, apaixonada por teatro e fantasia, mora com seu irmão e sua madrasta com quem briga muito, mas quando tudo parece piorar ela encontra em seu livro labirinto a fuga para todos os seus problemas, mas quando o garoto some a moça terá que fazer de tudo para ir atrás dele e agora a única saída será encontra-lo na terra dos goglins.




 No entanto os portões e paredes vivem mudando de lugar e tudo lá é meio confuso e estranho, e cheio de enigmas por todos os lados, aos poucos vai fazendo novos amigos nessa terra cheia de Unicórnios e outras criaturas fantásticas, Jareth é o rei dos Duendes e também o grande vilão que fará tudo para atrapalhar essa aventura em busca do desconhecido.




David Bowie não só interpretou o vilão principal, mas também compôs praticamente toda a trilha sonora do filme, em algumas cenas ele mesmo canta e dança com os goglins de um jeito bem divertido, mas com performances bem ruins, apesar de tudo a interpretação dele foi brilhante se tornando um marco em sua carreira.







Bom, mas um clássico da sessão da tarde que se tornou imortal ao longo dos anos é uma boa pedida para quem gosta de ficção e fantasia, a imaginação é tudo o que nós temos!



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Tempos Modernos: A visão crítica da revolução industrial

Charles Chaplin é considerado o precursor do cinema mudo, sem falas nenhumas durante todo o enredo ele conseguia ainda assim tornar as histórias atraentes, engraçadas e é claro sempre com alguma realidade mascarada em meio toda aquela comédia, no caso desse longa metragem a figura do trabalhador tentando sobreviver ao mundo moderno foi muito bem retratada:




O personagem principal “O Vagabundo” vai trabalhar numa fábrica onde se vê obrigado a lidar com máquinas rápidas que ele não consegue lidar ficando cada vez mais estressado, fugindo de lá é preso por ser confundido com um comunista e passa a se meter em várias confusões a partir dali, depois o homem conhece uma menina recentemente órfã e consegue fazer amizade com ela. Os dois vão morar em uma nova casa e passam a levar a vida em uma cafeteria.





Teve grande impacto na época por demonstrar um funcionário tentando compreender a tecnologia e os maus tratos da época, porém há também pontos negativos segundo alguns especialistas que afirmam que faz apologia ao comunismo ou que também representa uma visão futurista já que alguns aparelhos que são mostrados ainda não haviam sido criados.


De qualquer jeito o romance entre o casal principal se tornou um dos mais fofos e queridos, claro que a interpretação de Chaplin foi memorável como sempre, dirigido por ele mesmo foi mais um para o seu histórico seguindo a mesma linha de “Luzes da Cidade e O grande Ditador”, o final do filme é surpreendente.





Claro que em meio a tantos efeitos especiais chega a ser até difícil para nós assistirmos um filme desse estilo, mas mesmo assim vale a pena já que se não fosse por eles não teríamos o cinema tão grandioso o quanto é hoje.




terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Cinquenta tons mais escuros: Prepare-se para o filme!

Cinquenta tons de cinza se tornou um grande sucesso rapidamente, apesar de terem acontecido algumas polemicas em torno do seu conteúdo sexual principalmente das igrejas, não há como negar que o público aprovou logo de primeira, e essa semana a continuação chegará aos cinemas com grandes expectativas, novos segredos e o retorno tão esperado do casal que tanto deu o que falar nesse post vamos relembrar um pouco da historia e falar sobre o que te espera no lançamento:




Resumo:No primeiro filme Anastasia é uma estudante de literatura e por acaso do destino tem que ir fazer uma entrevista no lugar de sua irmã com o poderoso magnata Christian Grey, chegando lá ela o considera intimidador e logo se sente atraída por ele, o homem também se encanta pela moça e começa a se aproximar dela, nesse jogo de gato e rato ela descobre um segredo, de que ele tem certa tara por perversões sexuais e quando percebe já está totalmente envolvida nisso, algo que tenho a elogiar é a iluminação cinzenta que torna tudo mais sério e misterioso tornando a fotografia ótima.





Devido a um trato que ambos decidem fazer a garota vai morar com o rapaz e se submetendo as exigências dele, porém essa obsessão acaba ficando cada vez mais difícil de ser escondida tornando a relação deles desgastada culminando em uma separação no final,muitos afirmam que os finais do livro para o filme foram totalmente diferentes, mas há rumores de que no novo longa os conjugues possam voltar, a química entre Dakota Johnson e Jamie Dornam não foi tão grande assim já que dizem ter havido desavenças entre eles, já a trilha sonora foi algo primordial com canções como: Earned It, Love me like you Do e Crazy in Love de Beyonce.






Estreia: As cenas eróticas foram o que mais chamou a atenção, foram vários brinquedos, entre eles correntes, chicotes e, porém agora é a expectativa é que tudo seja ainda mais quente outro ponto importante que devemos aguardar são à entrada de novos personagens no elenco e é claro algo que não vimos no primeiro filme, à redenção de Cristian que se mostrou muito bruto e agora quem sabe mudaria seu ponto de vista se tornando alguém mais humano. Uma coisa que eu também gostaria é de saber mais sobre o passado do personagem que sempre foi fechado, isso poderia ser mais bem explicado.





Mas de qualquer jeito se você gostou ou não do novo best-seller o fato é que houve uma imensa repercussão, será somente por causa do erotismo ou no fundo todos tem aquele desejo insaciável de experimentar o novo e proibido? Abaixo confira o trailer do lançamento para ter uma ideia do que está por vir.






sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Footloose: dançar é viver!

A música provoca um efeito de felicidade enorme em nós, não sei se você já reparou, mas quando deixamos que ela simplesmente nos pertença e faça parte de nossas vidas, não importa como estivermos nos sentindo , sempre nos traz algo de bom e eu digo isso por experiência própria, entre os jovens principalmente isso é de extrema importância, são os refúgios aos nossos problemas, e esse clássico dos anos 80 nos mostrou que não podemos deixar que ninguém  tire isso de nós.




A primeira versão de 1984 conta a história de Ren o típico estudante de Ensino Médio que se muda para uma cidade do interior completamente diferente da vida moderna que estava acostumado, de cara ele não gosta muito do lugar mais aos poucos vai fazendo amigos porém há um grande problema, na cidade não é permitido dançar ou cantar devido a algo trágico que ocorreu no passado, mas o rapaz está disposto a mudar isso.




No começo ele arruma muitos problemas na cidade incentivando outros da sua idade a lutarem por essa causa e compra uma briga com o pastor da cidade, pai de uma garota pela qual ele está apaixonado, mas toda essa rebeldia vai custar muito caro para o garoto  já que muita gente quer vê-lo punido por infringir a lei.




A segunda versão de 2011 foi feita não com a mesma bilheteria, porém repetindo algumas músicas da versão original , afinal a trilha sonora talvez tenha sido o maior destaque , entre elas podemos citar: Let´s Hear it for the boy, Dancing in the sheets, holding out for a hero de Bonnie Tyler , o tema romântico Almost Paradise e o tema principal contagiante que toca no início e no final do filme Footloose de kenny Loggins.




 Bom, Ren nos mostrou que devemos lutar por aquilo que desejamos para que de alguma forma nós conquistemos nossa independência e que acima de tudo o importante é ser feliz, acredite nos seus sonhos e quem sabe um dia eles irão se realizar!






quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Pixote: a violência Brasileira nua e crua!


Ser criança é um privilégio, é algo que não pode nunca ser tirado de nós, pois faz parte do crescimento, porém em nosso país o número de menores infratores já chega a 23 mil segundo a Folha, com isso podemos nos perguntar o que leva alguém a entrar no mundo do crime? Seria a falta de dinheiro, a miséria ou simplesmente o fato de não se ter outra escolha? O filme Pixote de 1980 é aclamado pela crítica até hoje justamente por mostrar essa crueldade como nunca antes vista.



O personagem principal é enviado para o reformatório junto com outros da sua idade onde são submetidos a diversos tipos de abuso sexual, drogas e tortura vinda dos próprios policiais da FEBEM, após um dos garotos morrer assassinado, Pixote e outros amigos fogem de lá iniciando assim uma vida de transgressão, sendo o líder e chefe da gangue o bandido Dito.



Dito também possui um amante homossexual apelidado de Lilica, eles vivem entre tapas e beijos. Outra personagem importante da história é Sueli, uma prostituta vivida por Marília Pera que faz um acordo com os marginais para ajuda-los a roubar os seus próprios clientes, assim Pixote comete o seu primeiro assassinato e adentra cada vez mais a delinquência se afundando até não ter mais aonde ir.



Fernando Ramos da Silva interpreta o protagonista, apesar de sua ótima atuação ele não seguiu carreira de ator por não saber ler muito bem, depois o próprio filme sobre a vida dele foi lançado chamado de  Quem Matou Pixote? Foi filmado em São Paulo e no Rio de Janeiro com atores amadores que tinham vidas semelhantes a dos personagens, apesar de ser um clássico Brasileiro foi feito em formato de documentário tendo influencias do Cinema italiano, ganhou vários prêmios na época, entre eles o Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro.







Em minha opinião o melhor jeito de resolver essa criminalidade seria ao invés de existirem esses tipos de detenções juvenis o governo deveria investir mais na saúde e educação melhorando as condições de vida precária dessas pessoas, dando quem sabe a elas uma chance de construírem sua vida de forma mais ampla, saudável e justa!