sexta-feira, 22 de maio de 2020

Diretores marcantes do cinema: Steven Spielberg - parte 2!!

Continuando nosso post, sobre um dos diretores mais criativos do cinema. Após ter trabalhado com diversos gêneros de filmes nos anos 80, gerando alguns dos clássicos mais lucrativos como tubarão, ET – O extraterrestre e o sucesso da trilogia Indiana Jones que foi um resultado da sua parceria com George Lucas. Ele passou também a dirigir alguns filmes de drama extremamente bem executados, como a cor púrpura, império do sol e além da eternidade, mas é nos anos 90 que os efeitos visuais voltam a ser uma especialidade do diretor, sabendo inovar a cada época, ele passou a trazer sempre algo de novo em cada filme que dirigia:


Jurassic Park - O parque dos dinossauros (1993): Após ter trabalhado no filme Hook que traz uma versão diferente do clássico Peter Pan, Spielberg dirige um dos principais filmes de fantasia dos anos 90, sobre um parque construído por um milionário que abriga dinossauros extintos a muitos anos. Uma franquia que trouxe outras continuações e inspirações como Jurassic World e impactou a ficção ao trazer a ideia do que aconteceria se os humanos pudessem conviver ao lado destas criaturas novamente.


A lista de Schindler (1993): No mesmo ano, Spielberg dirige outro filme completamente diferente, um drama de guerra forte e envolvente, sendo um dos mais bem executados de toda a carreira do diretor. Contando a história de Oskar Schindler, um Alemão que se arriscou para salvar a vida de mil judeus durante o holocausto na Segunda Guerra Mundial, Spielberg prova mais uma vez a sua sensibilidade mesmo em filmes que fogem da comédia e fantasia, trazendo um ambiente escuro, triste e todo em preto e branco com exceção da cena incrível da garotinha de vermelho.


O resgate do soldado Ryan (1998): O horror da guerra é tratado aqui de uma forma menos delicada e mais séria, retratando a perda de humanidade do ser humano. O oficial do exército, interpretado por Tom Hanks, lidera um grupo na Europa, que precisa encontrar um único soldado, a missão e a busca por voltar para a casa são captados extremamente bem por Spielberg.


A.I - inteligência artificial (2001): Neste filme, Spielberg retoma a ideia de seu amigo Stanley Kubrick, sobre uma sociedade futurista onde os seres humanos dividem a sua inteligência com as máquinas. O personagem do garoto David Swinton, um menino robô, ganha sentimentos profundos e reais, diminuindo a barreira entre o ser humano e a tecnologia, a ficção científica mais uma vez dando um passo a frente, no catálogo de Spielberg.


Lincoln (2012): Após outros sucessos nos anos 2000 como prenda-me se for capaz, cavalo de guerra e guerra dos mundos, em 2012 Spielberg traz um retrato de um dos maiores presidentes dos Estados Unidos. Daniel Day Lewis é Lincoln, que trava uma das batalhas mais difíceis em Washington, lutando ao mesmo tempo pelo fim da escravidão durante a Guerra Civil Norte Americana.


The Post – a guerra secreta (2017): Após a produção da fábula infantil o bom gigante amigo, Spielberg entrega um belo filme sobre jornalismo, com a ótima interpretação de Meryl Streep. Retratando uma história real do ano de 1971, quando dois editores do Washington Post, arriscaram as suas carreiras para expor segredos de três décadas do governo dos Estados Unidos.


Jogador Nº 1 (2018): O último filme dirigido por Steven Spielberg é um salto a frente do seu tempo, tendo como principal destaque a temática da realidade virtual e os efeitos visuais incríveis. O diretor mostra que mesmo sendo um dos mais antigos do cinema, não perde a criatividade, sobre um futuro distópico em 2044, quando a humanidade está viciada no jogo OASIS, quando o criador do game morre, os jogadores devem descobrir a chave de um quebra-cabeças para encontrar a sua fortuna, cenários épicos e eletrizantes fazem parte deste longa que nos traz a sensação de estarmos dentro de um videogame.


Steven Spielberg é um dos diretores que eu mais gosto, além de deixar em seu histórico, filmes para a família toda que nunca cansaremos de assistir, ele também trouxe para o cinema produções épicas que trazem retratos de diversas épocas, seja em um drama de guerra ou em um filme que se passa em um futuro distópico, Spielberg consegue nos surpreender. Fica a dica para quem não viu alguns destes filmes, qualquer um deles vale muito a pena, não perca a próxima postagem sobre os diretores marcantes do cinema!!


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quarta-feira, 20 de maio de 2020

The 100: O que esperar da 7º temporada?



Uma das principais séries de ficção está prestes a chegar ao fim, com 16 episódios ela chega hoje a CW, ainda não há previsão de estreia no Brasil. A produção é baseada na série de romances apocalípticos de Kass Morgan,  mas podemos considera-la original, por conta da mitologia que foi acrescentada ao longo das 6 temporadas, a última surpreendeu muito por matar dois personagens principais, descobrir uma nova tecnologia alienígena e introduzir sequestradores de corpos.


O que já se sabe: Fica claro que será o final definitivo da produção, prometendo surpreender e agradar os fãs, o que já se sabe é que não irá ocorrer nenhuma viagem no tempo desta vez, outro ponto importante de destaque são os novos condenados de Eligius IV, que conquistam uma presença maior agora.  Hope provavelmente não irá ser um vilão da série, há rumores de que os fãs acabarão gostando deste personagem e da forma como ele será construído, a sua inteligência também será um destaque.



Spin Off: Algo que também já foi confirmado, é que um dos episódios finais servirá como um piloto para um possível Spin-Off da série, ela se passará quase uma década dos acontecimentos de The 100 e se inicia com o mundo acabando em uma eclipse nuclear.  A abertura da nova temporada também promete ser criativa e diferente das outras, só resta agora conferir, apesar dos episódios chegarem primeiro nos Estados Unidos, você pode acompanhar pela internet conforme eles forem lançados.






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segunda-feira, 18 de maio de 2020

Every Breath You Take - A verdade sombria por trás da música

Quem viveu os anos 80, com certeza se lembra da balada romântica Every Breath you Take, lançada em 1983 pela banda The Police, muitos pensam em se tratar aparentemente de uma canção romântica, na qual o autor fala sobre o seu desejo de seguir o seu verdadeiro amor, não importa aonde vá. Porém, o que poucas pessoas sabem, é que o compositor da letra Sting, já revelou em entrevistas que o sentido real da música é de ciúme e possessividade, tendo um aspecto bem sinistro, diferente da forma como geralmente é vista.

A canção foi inspirada na atriz Frances Tomelty, com quem o compositor se casou no ano de 1976 e teve dois filhos, porém depois os dois se separaram e ele chegou a se casar novamente, com a sua vizinha, mas nunca se esqueceu de sua primeira mulher. Sting escreveu a música já quando estava separado de Frances, nas Ilhas Montserrat no Caribe em um arquipélago, no qual o cantor estava em retiro para colocar as ideias no lugar, junto de seus amigos Andy Summers e Steward Copeland, a ideia da música veio então a mente do artista, ao acordar no meio da noite.

Se transformando rapidamente em um hino, a canção foi gravada em vários estilos, principalmente no Reggae, como é uma característica do grupo. Porém, logo ao ser lançada, os rumores sobre a música começaram a surgir em relação a letra, nela o eu lírico, promete seguir a pessoa amada em cada passo, em cada suspiro e movimento a cada segundo, não falando de amor, mas de obsessão e ciúme, algo que fica muito claro, logo nos primeiros versos da canção, referindo-se principalmente a relação conturbada que o cantor vivia com a sua ex-esposa.

 

Cada suspiro que você der
Cada movimento que você fizer
Cada laço que você quebrar
Cada passo que você der
Eu estarei te observando

Todo santo dia
Cada palavra que você disser
Cada jogo que você jogar
Cada noite que você ficar
Eu estarei te observando

Oh, você não enxerga?
Você pertence a mim
Como o meu pobre coração sofre
Com cada passo que você dá


É possível observar logo no início da canção, uma vigília por parte do autor em relação a amada, o que pode sugerir a ideia de proteção, mas também ser associada a uma figura conhecida atualmente, a do Stalker, uma pessoa decidida a vigiar e controlar a vida do outro. Outras teorias também sugerem na canção o que se chama de tecnologia de vigilância, uma forma de controle social de forma sutil e involuntária, algo muito presente na América e nas Democracias Ocidentais.


Apesar de ficar claro o rumo assustador da música, por ter palavras e acordes que são simples, se tornou atrativa, escondendo a sua origem e se tornando  um hit romântico, ganhando inclusive muitos prêmios, entre eles, o Grammy, no ano de 1984. A banda The Police fez um imenso sucesso nos anos 80, mas sua carreira acabou cedo durando apenas 7 anos, seu sucesso se deu muito por conta da influência do Jazz, Reggae e Punk nas músicas, o término aconteceu por conta de algumas divergências criativas entre os integrantes, apesar de polêmico, o hit com certeza é bem executado e conta com um clipe que merece ser revisto!





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sexta-feira, 15 de maio de 2020

White Lines: Conheça o novo Thriller de suspense!

Mais uma estreia aguardada do mês que chega hoje a Netflix, desenvolvida por Àlex Pina, nada mais do que o criador de La Casa de papel, a história já começa com um mistério, quando o corpo de um famoso DJ de Manchester é encontrado morto, após 20 anos do seu desaparecimento. Então a irmã dele, Zoe Walker, precisa retornar a ilha, para fazer a sua própria investigação, adentrando no mundo obscuro dos clubes noturnos, o drama filmado em locais como as ilhas Baleares, Maiorca e Ibiza, promete ter festas sexuais e também perseguições de carros, gerando muita adrenalina.

 
O drama que conta com 10 episódios, foca além da investigação, nos conflitos próprios que a protagonista irá vivenciar em confronto com a sua personalidade, ao fazer parte de um local onde todos vivem a vida no seu limite. Alguns rostos já conhecidos também fazem parte da série, como Laura Haddock de Guardiões da Galáxia, que é a irmã do DJ , Daniel Mays de Line of Duty e Laurence Fox de Victoria são os principais personagens do enredo, apesar de ser criada pelo Espanhol Álex Pina, a linguagem é misturada entre a língua Espanhola e a Inglesa.


A partir do último trailer que foi liberado, é possível entender um pouco sobre as reviravoltas que o seriado promete, deixando o telespectador curioso sobre o destino de Axel , após uma festa, mas também revela os conflitos vividos pela irmã, Zoe em um diálogo com os antigos amigos do irmão, já que acredita que todos eles podem ser suspeitos, decidindo a partir daí, participar mais da vida deles, com o objetivo de descobrir alguma coisa. Para quem curte um bom suspense, fica a dica para o fim de semana, não deixe de conferir!




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quarta-feira, 13 de maio de 2020

Diretores marcantes do cinema: Steven Spielberg!!

 

Há tempos que tenho o desejo de fazer postagens sobre diretores de cinema, os grandes filmes têm como principal mérito o seu diretor, com estilos muito diferentes, cada um deles têm um diferencial. Decidi então começar por Steven Spielberg, um dos mais populares, que dirigiu filmes de grande sucesso e que com certeza você já deve ter visto, justamente por que é uma característica principal dele, a sua variedade de gêneros, do drama a fantasia e a ficção científica, passando pelo terror e por aí vai, separei alguns filmes principais dele, que serão apresentados de forma cronológica, para que você possa entender a evolução de Spielberg através das décadas, mas antes um pequeno resumo da sua história.

Biografia: Steven Spielberg foi criativo desde sempre, nascido em uma família Judaica de classe média, ele ganhou a sua primeira câmera, quando tinha apenas 12 anos, a influência dos pais na sua personalidade e todo o incentivo que eles deram aos seus sonhos foram decisivos. Aos 19 anos, ele iniciou o seu curso de cinema na Universidade da Califórnia, em seguida filmou o seu primeiro curta Amblin com 22 anos, o que proporcionou a sua entrada na Universal Estúdios, o que o fez alcançar sucessos no cinema cada vez maiores.



Tubarão (1975): Apesar de ter alcançado sucesso no cinema pelo suspense encurralado de 1971, a primeira grande obra de Spielberg foi de fato tubarão, tendo um orçamento estrondoso e uma grande produção, a história é sobre um tubarão-branco, que ameaça os banhistas nas praias da Nova Inglaterra. A forma como a narrativa é construída, a tensão que vai crescendo a cada momento até o clímax do filme, o domínio das técnicas e a perfeição no tom do filme, o tornaram um dos principais clássicos cult e um sucesso de bilheteria, muito por conta do trabalho difícil de Spielberg nas gravações.



Contatos imediatos de terceiro grau (1977): No final dos anos 70, Spielberg deixa uma de suas principais marcas, a da ficção científica em que retrata a relação do homem com o universo, nesta história, um grupo de pessoas entra em contato com alienígenas, buscando descobrir a verdade em relação aos OVINIs, muito elogiado na época pela sua fotografia, edição de som e claro, pelo trabalho de direção.


Os caçadores da arca perdida (1981): Aqui Spielberg mais uma vez mostra a sua versatilidade em filmes de diversos gêneros, no primeiro sucesso da saga Indiana Jones. Além de lançar um dos personagens mais icônicos do cinema, o filme também acerta na aventura dosada com humor, não perdendo o seu tom em nenhum momento, os cenários e os obstáculos a cada cena da produção, tornam este filme, mais um clássico do diretor.


ET – O extraterrestre (1982): No ano seguinte, Spielberg volta ao campo da ficção científica, mais com uma pegada diferente, aqui a vida alienígena é observada pelo espectador, através da amizade entre um garoto e um extraterrestre. O filme é elogiado por conseguir cativar pessoas de todas as idades e também pela forma delicada e sensível como é conduzido pelo diretor, rompendo as barreiras entre a realidade e a ficção, além disso o conceito do filme, envolve um amigo imaginário que Spielberg criou após o divórcio dos pais nos anos 60, o que tornou a direção ainda mais significativa para ele, no mesmo ano ele trabalha como produtor em Poltergeist, outro grande sucesso que mistura ficção e terror.



A cor púrpura (1985): Após ter trabalhado como produtor em outros filmes leves como De volta para o futuro e Gremlins, Spielberg dirige  o drama a cor púrpura, uma produção épica protagonizada por Whoopi Goldberg, onde ela vive uma jovem negra no início do Século XX nos Estados Unidos. A direção mais uma vez é incrível, retratando as emoções, a solidão e a tristeza no rosto dos personagens e o sofrimento que ela vive ao longo da história.

Não perca o próximo post, pois continuarei relembrando outras obras de grande sucesso de Steven Spielberg , inclusive as mais recentes!!

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             ET - O extraterrestre